De vez em quando
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
De vez em quando amor
palpitações silenciosas
que se explicam por si só.
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Abraços, laços, traços.
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De vez em quando tesão
gemidos embriagados
atrelados ao desejo cru e cruel.
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Suspira, delira, arrepia.
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De vez em quando carinho
eternidades milimetricamente cuidadosas
mansidão que me prende a tua mão.
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CarÃcias, olhares, sorrisos.
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De vez em quando ternura
coisas sem nome que significam elos
passÃveis de sentir com cheiro agridoce.
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Melodia, sinfonia, sintonia.
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De vez em quando tantos
experimentar tudo o que for possÃvel
cada gota, cada dose.
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Liberdade, liberdade, liberdade.
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De vez em quando eu
entre tudo
entre nada.
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Fernanda Tavares











